Nada sei.
Nunca soube.
Nada a não ser Amor.
E eu me dei inteira e toda.
Fui terra, arado e lavrador.
Castigaram-me as intempéries.
Mas conheci a benção da chuva,
senti o beijo do sol.
Sucederam-se as estações,
- Eu germinei -
E a messe foi promissora e boa,
E eu me dei inteira e toda.
Feliz eu fui.
Feliz eu sou.
Não me pergunte nada.
Eu nada sei.
Nada a não ser Amor.
AMOR
Posted on terça-feira, 6 de janeiro de 2009
by Larissa
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